Mais: tipografia dos títulos, o início
Em 1996, quando Luc(as) De Groot desenhou a FolhaSerif eu estava no primeiro ano da faculdade e nem passava pela minha cabeça em trabalhar no jornal. Impressionado com toda a mudança, um detalhe destacou-se na minha nascente convivência com o design. Uma fonte encomendada por um jornal brasileiro que teria uso exclusivo. Para mim foi a sensação do projeto de 1996. Tanto que isso despertou um interesse guardado desde o colégio onde estudei artes gráficas. Passei a estudar mais sobre tipografia o que resultou em uma fonte no TCC. Ou seja, para mim o trabalho de De Groot é a gênese do meu envolvimento maior com tipografia.
Agora imagine qual foi minha surpresa quando Massimo Gentile me convidou para fazer os ajustes na tipografia dos títulos que pensávamos para o novo projeto!
E primeiro lugar, apesar de já ter realizado uma versão da FolhaSerif em 2004 (usada na primeira página do jornal até 20 de maio de 2005), questionei muito sobre a questão ética de ‘mexer’ no trabalho do maestro. Mas Massimo acabou por me convencer. Mais ou menos assim, como quando você compra algo ele passa a ser teu e não é engano se você pintar de outra cor, colocar algum acessório, trocar algumas peças. O problema era industrial e não na esfera da estética. Além disso, são pequenos ajustes que não alteram as características formais da letra. Comprei a idéia. >continua
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Junho 28th, 2006 às 17:25
Marcinho isso tá o MÁXIMO. Onde leio a continuação?
Adorei passar por aqui e ler alguns posts seus, gostei muito.
Vou virar freguesa. Beijos
Junho 29th, 2006 às 10:10
Marcio, fiquei muito feliz de verdade por saber o quanto você se apaixonou e se aprofundou na sua área. Você é um dos raros da nossa turma que conseguiu isso.
A linguagem que você usa é excelente e gostosa de ler.
Como a Rê, também não achei a continuação… Me avisa onde encontro.
Achei muito legal saber que você gosta muito do que faz. Todo SUCESSO prá você!!!
Beijos,
Audren