Mais dinâmico, mais organizado, mais e mais.
A Folha lançou novo projeto gráfico domingo 21 de maio de 2006 com grandes inovações para o jornalismo brasileiro, a começar pela importância dada ao design. Uma importância justa pois não dá a ele nem mais nem menos do que merece, afinal, o design não tem um fim em si mesmo e não podemos ficar olhando para nosso próprio umbigo.
Quero registrar, já que terei um pouco mais de tempo livre a partir de agora [utopia para quem trabalha em um jornal, eu sei], as angústias, as tipografias, as 7200 horas trabalhadas, as cores, o gostei e não gostei, e a experiência de trabalhar com dois designers que aprendi a respeitar: Mássimo Gentile, Editor de Arte da Folha e Mario García, da Garcia Media.
Para descontrair, começo com uma das muitas definições intrigantes que ouvi durante essa jornada. Abre aspas: “fazer um projeto gráfico novo é colocar “fio” onde não tem e tirar daonde tem.” Fecha aspas.
Profundamente filosófica, para entender essa conceitualização de projeto gráfico precisamos de, no mínimo, 4 anos de faculdade mais 6 anos de prática. Ou… ou… repito, ou ser um “moderno” no sentido Argozino da palavra, quem conhece entende.
Explico: não foi um designer quem disse isso (ufa!, que alívio), mas algum personagem sabe tudo, leu tudo, conhece tudo.
Vale para a galeria do “Tudo que um designer precisa não ouvir”.
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